Sutiã – dormir ou não dormir?

Eis a questão!

Um médico cirurgião americano acabou de lançar uma linha de sutiãs especialmente elaborado para as noites de sono. Após realizar mais de 2 mil cirurgias plásticas, o Dr. Randal Hawoth criou o sutiã Nightlift, que, segundo ele, “segura” os seios durante a noite, impedindo que a gravidade aja.

Sutiã - dormir ou não dormir?

Porém, esse modelos, especialmente elaborado para a noite de sono, é diferente dos sutiãs convencionais que usamos durante o dia. Ele possui um reforço extra nas laterais e alças mais reforçadas também, que respeitam a anatomia da mulher. O inventor da lingerie garante que ela previne a flacidez dos seios e as rugas que aparecem com o passar do tempo na região do colo.

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Os estudos foram realizados durante seis anos com mulheres europeias, que testaram o sutiã e obtiveram resultados melhores do que mulheres que usaram sutiãs comuns para dormir.

Três pilares foram utilizados para a construção desse sutiã: Conforto, Funcionalidade e Beleza. E, de fato, o sutiã é bonito. As alças formam desenhos geométricos que, inclusive, estão super em alta.

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$98 é o valor dessa preciosidade. Não é barato, nem podia. Mas penso que, se realmente funcionar e gerar um resultado satisfatório, esse valor é até baixo, não é?

É possível comprar pelo site. E, pelo visto, há entrega em outros países. Quem se interessar, pode entrar em contato pelo email customerservice@nightlift.com ou pelo telefone 844-648-3272.

Muitas mulheres odeiam dormir de sutiã, eu sei. Mas é uma questão de hábito, acredito. Como não há comprovações que, de fato, dormir usando um sutiã retarda o efeito da gravidade sobre os seios, as mulheres não animam a mudar seus hábitos.

A gravidade não dorme, é verdade. E os seios estão sujeitos à sua força durante a noite, ninguém ousaria discordar disso. E se ficar comprovado que um sutiã como esse realmente funciona e mantêm os seios mais firmes e durinhos por mais tempo?

Você mudaria seu hábito e passaria a usar?

Me conte!

 



Lingerie Infantil gera polêmica

Sutiã com bojo para criança – o que você acha?
A Organização dos Estados Americanos (OEA), um órgão que trata de assuntos referentes aos Direitos Humanos, está analisando uma situação bem polêmica que ocorreu no Brasil. Vocês sabem que quando vejo algo polêmico e que envolva o universo das lingeries, logo penso em compartilhar aqui!
O assunto que gerou tanta discussão dessa vez é a produção de sutiãs com bojo para crianças e pré-adolescentes.
De acordo com associações de proteção aos direitos humanos no Brasil, este tipo de lingerie acaba gerando a erotização precoce das crianças e também prejudicando a saúde, por produzir suor excessivo.
Gente, este assunto realmente é sério, não é mesmo?
O proprietário de uma empresa especializada nesta fatia do mercado afirmou o seguinte: “Então, é o caso de proibir também o funk. Tem coisa mais erotizante para a criança do que o funk, em que meninas pequenas rebolam até o chão e dançam na boquinha da garrafa?”
(O que não deixa de fazer muito sentido também!).
Mas acho que as coisas não são bem assim. Não dá para tratarmos tudo à ferro e fogo e precisamos pensar nos dois lados… Vejam se concordam comigo.
Realmente a erotização precoce de uma criança é preocupante. No Brasil a cada ano meninas começam suas vidas sexuais mais cedo. Isso acaba gerando problemas sociais que são difíceis até de serem mensurados.
Mas e aquela menina que, pelo seu biotipo, acaba desenvolvendo seios um pouco mais cedo que as demais? Já ouvi casos de bullying feito com estas crianças e a sensação de exclusão da turma de coleguinhas, ou brincadeiras de mal gosto, devem ser muito incômodas…
A infância é uma etapa tão gostosa… Vejo-a como algo inocente, uma fase importante da vida onde são formadas as opiniões e os traços de personalidade.
Então, acho que se justifica sim a produção de sutiãs com bojo para pré-adolescentes (que já têm seios para usá-los), e cabe aos pais destas meninas prezar pelo bom senso em sua utilização – e preocupar-se em preservá-las ao máximo para que a infância seja muito mais diversão e momentos de aprendizado do que preocupação com erotismo precoce, uma – infeliz – visão adulta sobre algo tão simples.
Ah! E não custa lembrar! Se você se deparar com qualquer situação que interprete se tratar de abuso ou exploração infantil de qualquer gênero, ligue para o número 100 e denuncie.


Manequim anoréxico causa polêmica

Uma pessoa fotografou ontem (12.05) um manequim dentro da loja da badalada La Perla, no Soho, em New York.

Até aí tudo bem. Quando a gente consegue fotografar alguma coisa assim no exterior, fica até feliz, porque é sempre proibido! 

O problema é que essa pessoa postou a foto no Twitter e fez comentários negativos da marca italiana mais famosa de lingerie, acusando o incentivo à anorexia, já que as costelas do manequim estavam à mostra.


Imagina a polêmica que isso não gerou!

A notícia se espalhou pelas redes sociais de forma viral! Adorei!

A marca foi rápida em responder, afirmando que o manequim não será mais utilizado em nenhum das lojas La Perla. Disse também que estão repensando as lojas de acordo com um novo conceito e que todos os manequins das lojas serão substituídos.

Essa polêmica só traz à tona a velha (e atual) questão sobre o incentivo (descarado, às vezes) da indústria da moda à magreza excessiva, quando não, à própria anorexia

Enquanto marcas como a Aeire vêm com uma proposta nova das modelos sem photoshop, bem à nossa cara, tantas outras insistem em focar no mercado magérrimo.

Daí alguém pode dizer: Ah, mas a La Perla não é para qualquer mulher! Eu diria que o mundo mudou e a visão da mulher moderna também. E que a busca por ser excessivamente magra ficou pra trás há muito tempo! Tanto para as mulheres que compram na brasileira Renner quanto para as que compram em lojas com o perfil da La Perla. 

Não queremos, de fato, nos sentir desconfortáveis com o nosso corpo. Mas quem foi que inventou que a beleza é a magreza anoréxica??

Quanto mais marcas do universo da moda descobrirem isso, mais espaço ganharão no nosso olhar e no nosso coração ( e no nosso bolso, acredito!).

Alguém discorda?



Exposição “O Soutien”

O Dia Internacional da Mulher foi no último final de semana. Um dia interessante, que tem uma triste origem e que é lembrado no mundo todo como uma forma de alerta e de honra.

E pra comemorar essa data, o Continental Shopping está realizando a exposição “O Soutien”. O evento foi criado pelo artista plástico Mauro Maria, em parceria com o instituto Se Toque, organização social com foco na educação e na prevenção do câncer de mama.



Mauro afirma que sua obra “é uma homenagem às mulheres que estão no grupo de risco de câncer de mama e fazem mastectomia preventiva, como a atriz Angelina Jolie“.

Para quem não ficou sabendo, a atriz, no ano passado, retirou as mamas, depois de receber o resultado de um exame que apontava 87% de chance de ter a doença (leia aqui)

A luta pela prevenção e pela restauração de mulheres com o câncer de mama é grande. E a exposição, que ficará no shopping até o dia 31 de março, é uma forma de homenagear as guerreiras que enfrentam essa luta e para nos lembrar da importância do auto-exame.

Os artistas convidados abraçaram a causa em incentivo a campanha contra o câncer de mama expressando em cada obra a sutileza e as incontáveis facetas femininas que existe por traz dessa peça”, afirma o curador Robert Richard.

Amei a ideia. Sou muito favorável a todas essas iniciativas.

E as esculturas estão bem interessantes!

Quem mora em São Paulo ou estiver passando por lá, poderá visitar a exposição e contar pra gente o que achou!

Fonte: continentalshopping.com.br



Love Your Body


Nessa semana (dia 16) foi comemorado nos EUA o Love Your Body Day (Dia “Ame Seu Corpo”), promovido pela National Organization for Women.
É uma campanha que acontece todos os anos com o objetivo de para chamar a atenção para os padrões de beleza prejudiciais impostas às mulheres através de meios de comunicação e publicidade.

A indústria da moda nos diz  todos os dias como deve ser o nosso corpo, o nosso cabelo, as nossas unhas, as nossas roupas. A mulher tem que ser magra, sem barriga (se possível, com “barriga negativa”), cabelos brilhantes e sedosos, enfim, a lista é enorme. E muitos desse padrões são prejudiciais à saúde. 

A campanha vem de encontro a essas imposições, a esses padrões de beleza irreais e intangíveis, às imagens trabalhadas no photoshop, ao culto à juventude, à marginalização de tudo o que é “diferente”, como a mulher com medidas maiores, a negra, a tatuada, a deficiente física.

É uma forma de combater também a utilização da imagem feminina como objeto sexual, como subservientes ao homem e de forma violenta ou abusiva.

Um exemplo que ilustra bem esse combate é um comercial da australiana Innerwear, que mostra uma mulher só de lingerie entrando em uma mecânica perguntando “Você pode me atender”?


Os proprietários da empresa receberam uma enxurrada de reclamações que categorizaram o comercial como “pornografia leve”. 

Pra que essa apelação toda?

“Não há nenhuma necessidade de um anúncio mostrar uma mulher que vai a uma mecânica de lingerie e, sugestivamente, curvar-se no balcão para perguntar se eles têm todas as marcas de qualidade. Eu sinto que isso despreza as mulheres e sua sexualidade”, é o que está na denúncia.

Uma campanha como essa deveria se espalhar pelo mundo, como uma forma das próprias mulheres demonstrarem sua insatisfação como são expostas na mídia e no mundo fashion em geral.

Eu apoio. E você?


Sutiã com taças diferenciadas


Um estudo realizado recentemente pela Triumph no Reino Unido revela dados interessantes sobre os gostos das mulheres quando o assunto é seios e sutiã.


Entre 2000 mil mulheres que participaram da pesquisa, uma em cada cinco afirmam “amarem” os seios que têm. Por outro lado, 46% dizem gostar deles como são, apenas mudando alguns aspectos, se pudessem.

Daquelas que mudariam alguma coisa, 28% gostariam que eles fossem maiores, enquanto 25% reduziriam um pouco o tamanho.
Os pesquisadores também descobriram que 20% das mulheres usam o tamanho da taça D ou ainda maiores (leia mais sobre taças aqui) e um quarto delas diz que esse tamanho faz com que elas se sintam mais femininas.
Quatro em dez mulheres gostariam de ter os seios mais firmes, enquanto que um quinto das entrevistadas afirmam que gostariam de mudar o formato deles.
A pesquisa veio ao encontro da nova linha de sutiãs da Triumph, a Beauty Full, que oferece tamanhos de taças bem maiores, a partir do D.

O diretor da pesquisa afirma que “A lingerie e as roupas que você usa podem causar um enorme impacto na aparência dos seios e pode ser o diferencial para determinar se você os ama ou os odeia“.

Se a pesquisa tivesse sido realizada nos EUA, eu diria que os seios muito grandes são uma particularidade das mulheres daquele país. Como os dados vieram do Reino Unido, isso mostra que as mulheres, de uma forma geral, têm seios cada vez maiores. A colocação de próteses é uma forte razão para isso.
Mas independente do motivo pelo qual as mulheres têm seios cada vez maiores, a ponto de algumas marcas de lingerie nem produzirem mais o tamanho P (em algumas linhas), me leva a pensar novamente que a brasileira sofre muito com as opções que têm.
Poucas marcas têm trabalhado o tamanho diferenciado de taça no Brasil. Isso porque a mulher brasileira não conhece essa forma (maravilhosa) de se comprar sutiã. 

Nada que não possa ser ensinado e divulgado, não é mesmo?
Quando escrevo sobre isso, sempre tento incentivar minhas leitoras a procurem as marcas e as coleções que trabalham os tamanhos diferenciados das taças. Quanto mais consumirmos esse tipo de lingerie, maior será a demanda e, consequentemente, teremos cada vez mais opções.
Usar o tamanho certo do sutiã permite um caimento perfeito das roupas. E aquela sensação gostosa de se achar bonita, com seios lindos, independente do tamanho.
Isso faz sentido pra você?

Fonte da pesquisa: www.lingerieinsight.com

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