Marca de Lingerie lança campanha com modelos de costas

Uma nova forma de fazer campanhas de lingerie: Marca de Lingerie lança campanha com modelos de costas.

Marca de Lingerie lança campanha com modelos de costas

A marca americana Yellowberry acaba de lançar uma campanha inédita. Realmente ago diferente, nunca antes visto nesse segmento. Todas as modelos estão de costas. Não e possível ver a parte da frente do sutiã.

yellowberry

Vai levar um tempo pra você entender, é normal. Mas não sei se você vai concordar com a proposta.

De acordo com a marca, a ideia é desvincular a experiência de comprar uma lingerie do marketing sexual exacerbado que repousa sobre esse mercado.

campanha de lingerie

marca de lingerie

De acordo com a fundadora da marca, Megan Grassel, “sempre que mostramos um produto para os nossos seguidores, ele é mostrado pela parte de trás. Isso torna a melhor parte do nosso produto um segredo perto do nosso coração“.

Em uma postagem do Facebook, ela também afirma que “o foco do nosso produto não é a forma como ele se apresenta. Os sutiãs Yellowberry têm mais a ver com a forma como eles vestem o corpo da menina e como elas a fazem sentir por dentro. Isso é o mais importante“.

lingerie para adolescente

marca de lingerie para adolescente

A marca tem como foco adolescentes entre 11 e 15 anos, principalmente. Por isso também a tentativa de retirar o conteúdo de sensualidade das imagens. O que a gente vê nas fotos é exatamente o que ela tenta passar: um sutiã para se usar durante o dia e nada mais. Não se fala em glamour, pegada de moda, sensualidade, tentativa de se conquistar, nem mesmo o “se sentir linda” usando lingerie. É apenas sutiã para meninas. E ponto final.

Não é possível ver os rostos das modelos. Não é possível dizer nada sobre ela, pois só conseguimos ver as costas. Não há como “julgar” o tipo de público a que se destina a marca. É para adolescentes e pronto. Simples, não é?

Yellowberry

A tentativa é de fazer com que meninas sejam meninas e não queiram apressar o crescimento, o desenvolvimento sexual.

Você pode estar se perguntando como é possível comprar um produto online sem vê-lo por completo. Na loja virtual da Yellowberry as imagens do produto estão disponíveis, então, é possível ver a parte da frente.

Toda a questão é não mostrar as meninas de frente.

A princípio achei que pudesse ser apenas uma jogada de marketing, só para chamar a atenção para a marca. Depois que percebi que o foco da marca são as adolescente, daí comecei a achar super interessante a proposta.

Amo lingerie, acredito que ela melhora a nossa autoestima, faz milagres em alguns momentos, conquista. Mas estender isso a crianças e adolescentes pode ser um erro irreversível. Despertar a sexualidade de forma precoce causa danos para o resto da vida. Deixar as coisas acontecerem ao seu tempo e poupar meninas disso é o melhor que podemos fazer por elas. Já basta a moda ser tão sensualizada, as novelas, as músicas…

Adorei a campanha, achei bem original. E você?



Kate Moss e seus looks com lingerie à mostra

Um ícone da moda que o mundo inteiro ama: Kate Moss e seus looks com lingerie à mostra.

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Ela é icônica, definitivamente. Juntamente com Marc Jacobs e Alexandre McQueen, é considerada a modelo que mudou os rumos da moda.

Aos 41 anos Kate Moss continua linda, apaixonante e sempre despretensiosa. Foi assim que ficou conhecida, desde que foi descoberta em um aeroporto, aos 14 anos de idade. Desde então seus inúmeros trabalhos só aumentaram a sua fama e fortuna.

Mas por que algumas modelos se dão tão bem na vida e outras não? Seria pelo mesmo motivo que vários outros profissionais, de diferentes áreas decolam em suas carreiras e outros não?

Bom, o mundo fashion é um pouco mais complexo e envolve outras facetas que não fazem parte de uma profissão mais ordinária, comum, mas a algumas similaridades esses mundos têm em comum.

A competência, o trabalho, a dedicação e o estilo de Kate Moss sempre se destacaram. Aliás, o estilo da modelo britânica é um pouco incomum. Depois da sua entrada nesse universo, desfilar com um jeans meio rasgado, bem despretensioso se tornou um luxo, um sinônimo de estilo despojado que todo mundo quer ter.

E é bem assim mesmo o estilo dela. Várias aparições suas, inclusive, mostram lingeries em suas produções. Bem à mostra.

kate moss lingerieE sempre são coisas que caem bem pra ela, por alguma razão que a gente desconhece (talvez porque simplesmente combinem com seu estilo) e que, para pessoas comuns seria um desastre completo. Esse vestido de poá com o body vermelho por baixo é um claro exemplo disso!

Kate Moss e seus looks com lingerie à mostra

Mostrar o sutiã em seus looks também é uma marca dela. Seja um modelo tipo strappy (que parece sr um detalhe do vestido) ou transparências.  A nudez, na verdade, é uma marca de Kate.

kate moss

looks de kate moss

Ou mostrar a calcinha. Ela adora esses looks bem doidinhos. Mas é bem assim: “Não tente fazer isso em casa!”

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Sair sem sutiã também uma marca dela. Kate Moss adora exibir o corpo e tem aquele ar de “não estou nem aí”. Acho que é exatamente por isso que todo mundo curte o seu estilo.

kate moss nudez    Até produções de lingerie outwear, que são roupas de “dormir” que a gente usa pra sair, ficam lindas nela.

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Por trás dessa figura há muita polêmica. Drogas, bebidas e nudez marcaram a sua trajetória, mas foi um dos rosto que mais influenciou a moda nos últimos 50 anos. Os estilos street wear e grunge, por exemplo, vieram dela.

Kate quebrou os padrões de uma modelo perfeitinha em tempos de Cindy Crawford. Sua cara de constante ressaca virou sua marca. Não agrada a todos, é claro, mas não deixa de ser sua forma de se diferenciar.



Lingerie Anti-Estupro

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Já ouviu falar em lingerie anti-estupro?

Parece estranho, mas achei tão interessante, que não pude deixar de compartilhar aqui com vocês.

Uma lingerie anti-estupro.

Uma espécie de “cinto” que impede que a calcinha seja retirada ou removida impede qualquer pessoa mal intencionada de fazer o que não devia, contra a vontade da mulher.

A criadora da marca AR Wear (Anti Rape Wear) teve seus motivos para criá-la. Vítima de vários assaltos e de duas tentativas de estupro, afirmou “Eu fui vítima de duas tentativas de estupro, uma com 18 e outra com 20 anos. Em ambos os casos, a ‘demora’ impediu que o ato fosse finalizado. No primeiro caso eu lutei contra ele até que ele ouviu barulhos por perto e desistiu. No segundo caso, o estuprador me segurou pelo pescoço com uma das mãos e com a outra, de alguma forma, tentou tirar o meu jeans e calcinha enquanto me jogava ao chão. Eu comecei a gritar  e alguma coisa fez o estuprador desparecer. A forma ágil como ele tirou a minha roupa me faz acreditar que o AR Wear poderia efetivamente evitar estupros pela demora“.

Meio chocante, né? Enquanto traduzia eu pensei se realmente deveria postar algo meio impactante assim, mas acho que isso é mais comum do que a gente imagina, especialmente em um país sem punição como o Brasil. Claro que a frequência desse tipo de crime acontece entre as classes mais pobres, que provavelmente não têm a menor condição de adquirir um produto desse.

Lingerie Anti-Estupro

Mas a iniciativa de criação já foi mais que interessante., embora já enfrente muitas críticas. A maioria das mulheres vítimas de estupro não poderia usar o produtos, que são crianças, pessoas obesas, pobres, deficientes físicos, homens, transexuais.

Alguns acreditam que esse tipo de produto reforça a ideia de que os estupros acontecem sempre em lugares escuros, ermos, desabitados, como uma rua escura. E não deixa de ser verdade.

Para esses críticos, “trancar a vagina” a fim de impedir o estupro indica quanto trabalho ainda há pela frente, com o intuito de se lutar contra esse tipo de criminalidade. Um cinto de castidade moderno, de acordo com o posicionamento deles, demonstra o quanto os direitos da liberdade da mulher ainda não não progrediram desde a idade média.

Polêmico, não é?

E você, o que acha?

Fonte: The Guardian



Campanha plus size #ImNoAngel

Campanha #ImNoAngel faz barulho nas redes sociais!

Você se lembra da campanha da Victoria´s Secret com as modelos magérrimas e o slogan “The perfet body”?

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Foi uma das grandes polêmicas no mundo da lingerie no ano passado!

Agora, em resposta, a marca plus size Lane Bryant, lançou uma campanha linda, com modelos plus size e a hashtag #ImNoAngel.

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Foi uma verdadeira provocação ao estereótipo de mulher perfeita que a VS (e todo o mundo das passarelas) querem empurrar goela abaixo.

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A marca contratou (lindas) modelos plus size e mostrou sua coleção de uma forma surpreendente.

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Considerada a campanha mais sexy de 2015, #ImNoAngel traz de volta a polêmica das modelos esqueléticas e de como a nossa sociedade ainda as vê como padrão ideal de beleza.


Mulheres plus size não se sentem representadas por essas marcas e a frustração é cada vez maior, ao ver poucas opções no mercado.

Ainda bem que isso tem começado a mudar nos últimos anos. De forma lenta e discreta, mas tem. Várias campanhas têm sido lançadas com esse foco, o que antes era impensável. Já é o início da mudança de mentalidade.

E você, o que achou?



Marca apaga mamilos das modelos!

Já vou avisando: o assunto é polêmico!

Quando o assunto é publicidade, marketing no mundo fashion, muitas vezes as polêmicas são inevitáveis, não é?

O assunto da vez são as fotos que a American Apparel, marca de roupas e moda íntima americana, acabou de lançar. Muito criticada por fotos quase pornográficas, a marca resolveu mudar a sua cara e a sua estratégia de marketing, tentando se distanciar da imagem de pornografia a que sempre esteve associada.

Algumas modelos foram fotografadas com lingerie bem transparente. Porém, na edição das imagens, decidiu-se pela “remoção” dos mamilos e pelos pubianos. Isso também porque as modelos são inquestionavelmente muito novas, o que sempre incomodou muita gente.

Marca apaga mamilos das modelos!

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A marca tem conseguido se distanciar da imagem negativa que tinha abraçando as causas do ativismo político, especialmente, no que diz respeito aos direitos gays e à reforma da imigração.

Como empresa, temos recursos que ativistas individuais não têm. Nós tentamos usar nossa abilidade especial para patrocinar causas políticas que precisam de ajuda. American Apparel normalmente utiliza propagandas, contatos na imprensa e até mesmo camisetas com dizeres que falam sobre esses assuntos importantes. Nossos dois maiores assuntos tem sido a Reforma da Imigração e os Direitos gays” (minha tradução), diz o website da marca.

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Apagar os mamilos das modelos é uma outra forma, no ponto de vista da American, não somente de proteger a imagem de jovens modelos, mas de retirar a “sexualização” das fotos de modelos, levando-se em consideração a luta por direitos iguais.

As críticas a tudo isso têm sido vorazes (…)

Michelle Lytle, por exemplo, co-fundadora da marca de biquíni TaTa Top (aquela com o desenhos dos mamilos) defende que censurar as mulheres e fazê-las parecer manequins ou bonecas, é enfraquecer as mulheres, que não devem se sentir envergonhadas com seu corpo.

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Lytle critica os esforços empregados pela marca no sentido de defender causas como os direitos gays e a imigração em Los Angeles, e pouco se importar com os direitos de igualdade das mulheres.

Bom, de, fato, a modelo se parece um pouco com uma boneca. Afinal, toda mulher tem mamilos, não é?

Fico dividida entre acreditar que, de fato, retocar as imagens é uma forma de torná-las menos pornográficas a determinado público e pensar que mulher é mulher e não há o que se esconder…

Realmente, quando olhamos as imagens, vemos que são mais ingênuas, puras, dificilmente vamos conseguir associá-las a qualquer tipo de pornografia ou qualquer outra coisa do gênero. Isso pode funcionar para o objetivo da marca.

Mas, ao mesmo tempo, penso que não se trata de uma revista pornográfica. Trata-se da venda de um produto, que deve ser mostrado como é. Sem visualizar os mamilos e pelos, não é possível observar quão transparente é o tecido das peças. Isso pode dificultar a venda online, por exemplo.

Então confesso que ainda não me decidi!

Mas acho toda essa discussão super interessante, faz com que a gente pense um pouquinho, né?

E você, o que tem a dizer?

Fonte: dailymail.co.uk



Dear Kate mostra mulheres reais em campanha e causa polêmica

Você se vê representada pelas modelos de lingerie que vê por aí?

Magreza excessiva, photoshop sem fim, silicone que não acaba mais. Já falei muito sobre isso aqui, mas o assunto é irresistível. Marcas que apresentam campanhas publicitárias focando nas mulheres reais chamam muito a minha atenção.

Não posso dizer qual é o retorno financeiro e o sucesso das campanhas, mas percebo que essa estratégia vem ganhando cada vez mais força e o coração das mulheres.

Agora é a vez da Dear Kate, uma marca de lingerie americana que foca em tecidos tecnológicos e no conforto da mulher.

Dear Kate mostra mulheres reais em campanha e causa polêmica

Dear Kate mostra mulheres reais em campanha e causa polêmica!

A última campanha trouxe executivas da área tecnológica usando só underwear no local de trabalho. As mulheres são comuns, algumas magras, outras mais gordinhas, com suas estrias, celulites e gordurinhas á mostra, tudo sem photoshop.

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A campanha mostra as peças da Coleção Ada, uma homenagem à programadora Ada Lovelace.

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As críticas foram inevitáveis. Muitos não gostaram, pois acharam a campanha “bizarra” e “sexista“. “No Vale do Silício, agora mais do que nunca, há uma tensão na forma como as mulheres são vistas: uma visão romântica ou sexual e outra profissional“, foi o que disse Elissa Shevinsky, CEO do Glimpse Labs, à Revista TIME. “Mostrar-se desta forma, sem roupa, tem conotação inerentemente sexual, e enfraquece a imagem das mulheres no mundo da tecnologia. Isto é verdade tanto para homens quanto para mulheres“.

Mas muito mais que críticas, a campanha recebeu aplausos. Olivia Muenter acredita que ela é surpreendente, já que aponta para a diversidade das mulheres. “O fato de [os produtos] serem apresentados por mulheres que estão maravilhosamente reais, com corpos que se parecem com os nossos e carreiras bem-sucedidas, é uma mensagem realmente poderosa“, disse.

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Julie Sygiel, fundadora e CEO da Dear Kate, tinha em mente reunir mulheres ligadas ao mundo da tecnologia, exatamente para mostrar o que as mulheres pensam e fazem, ao invés de mostrar apenas a sua aparência.

Nós acreditamos que as mulheres devem ser levadas a sério, independente do que elas estejam vestindo“, disse Sygiel. “Isso vale também para as mulheres de qualquer profissão, já que a forma como alguém se veste não deveria ter nenhuma relação com a sua capacidade ou a sua inteligência“.

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Se alguém vê a nossa campanha como uma forma de perpetuar o sexismo é porque essas pessoas têm certas expectativas sobre as mulheres. Na nossa maneira de ver o mundo, as mulheres podem ser tão poderosas de roupas íntimas quanto elas são de terno. Não é justo para as mulheres de tecnologia serem apontadas e confinadas a um comportamento mais conservador, simplesmente porque elas trabalham em um campo dominado por homens“.

Achei a campanha surpreendente, nada machista ou sexista. Afinal, qual é a diferença entre um anúncio comum de lingerie, com uma mulher quase nua, maravilhosa, magérrima, cheia de retoques e um anúncio como esse? É meio hipócrita dizer que essa é uma campanha sexista. Se for assim, todas são. Mostrar mulheres reais em suas atividades diárias só faz com que nos identifiquemos com elas, desperta o nosso interesse para a marca, para o que estão vestindo.

E você, o que achou?

Fonte: www.brasilpost.com.br

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