Violência contra a mulher – Chega!

Violência contra a mulher: Precisamos falar sobre isso!

Violência contra a mulher - Chega!

7 entre cada 10 mulheres no mundo já foram ou serão violentadas de alguma forma. Assustador, não é? Eu tenho lido sobre esse assunto e tenho ficado alarmada com a situação, especialmente no Brasil.

O assunto foi tema da redação do ENEM, mas há muito vem se falando sobre ele com mais ênfase.

Que mulher nunca andou pelas ruas e ouviu cantadas? Que mulher nunca passou perto de homens que “mexeram”, ficaram falando gracinhas? Que mulher nunca sofreu algum tipo de assédio por estar usando determinada roupa (nem sempre inconveniente)? Quantas mulheres que ocupam os mesmos cargos de homens, porém, recebem menos em seu contracheque?

São vários os tipos de violência. Nas ruas, em casa, no trabalho, na academia. Parece um carma que a mulher carrega desde sempre. Agressões verbais, físicas, emocionais, sociais.

A violência doméstica talvez seja a pior de todas. 80% dos casos de violência contra mulheres acontece dentro de casa. E a maioria das mulheres não denunciam. Por quê? Medo do agressor, dependência financeira, problemas emocionais que a fazem acreditar que ela precisa dele e que o ama. São diferentes e estranhas razões que mantêm milhares de mulheres debaixo desse jugo de agressão e humilhação.

A violência contra as mulheres começa cedo. É um familiar ou amigo da família que tenta “tirar uma casquinha” (lembra dessa expressão repugnante?). É o professor de natação que ensina a menina a “boiar” e se aproveita ao segurá-la (alguém pode me dizer qual o propósito de se ensinar a boiar na natação?). É o pai ou irmão mais velho que se aproxima da filha/irmã com outras intenções e torna isso normal dentro de casa.

Eu poderia citar tantos exemplos que escuto, principalmente de amigas. Mas o pior é que a maioria das mulheres passa por coisas terríveis e não conta nada pra ninguém. Sentem-se sujas, causadoras daquele mal.

Está mais que na hora da gente se unir contra isso de uma forma mais “agressiva” também. Agressiva no sentido de divulgar e promover a DENÚNCIA, a não aceitação dessas situações.

A Specialità Lingerie acaba de lançar uma campanha muito interessante nesse sentido: COMIGO NÃO.

comigo não

É uma forma de conscientizar a sociedade de que essa realidade precisa e pode mudar. A loja criou uma página especial para a divulgação da campanha que tem diferentes áreas de atuação: incentivar mulheres a denunciar agressões; incentivar a sociedade a dizer Comigo Não; a contar experiências e a expor de forma não vexatória o que já aconteceu, para que outras mulheres se identifiquem e lutem contra o ciclo de agressão.

A campanha também está envolvendo blogueiras, que são formadoras de opinião e que podem ajudar bastante na divulgação. Para cada participação envolvendo uma blogueira, a loja doará um conjunto de lingerie para uma instituição que acolhe mulheres vitimas da violência, com o objetivo de mostrar que elas são lindas, especiais, que podem resgatar sua autoestima e não precisam se submeter à violência. Muito linda a iniciativa…

Então estou contribuindo, divulgando no Tudo de Lingerie, não apenas para a doação da lingerie, mas para que você comece a dizer Comigo Não, que não aceite a violência, seja qual for, simplesmente por ser mulher.

Como participar?

 

Acho que todo tipo de divulgação é válido. Sensibilize-se, isso tem muito a ver com ver com você!



10 mulheres que me inspiram

Eu já fui um pouco crítica em relação ao dia da mulher. Achava um pouco machista, sem sentido, já que buscamos direitos iguais. Mas a realidade e  a história da mulher no mundo nos mostra que um dia especialmente dedicado a ela é pouco.

O Dia Internacional da Mulher, celebrado dia 8 de março, tem origem na luta das mulheres russas por melhores condições de vida e trabalho, que marcaram a Revolução de 1917.

E até muito antes dessa data as mulheres já lutavam por um vida melhor, pelo trabalho, pelo direito ao voto, pela liberdade, enfim, por tudo aquilo que é essencial para uma vida digna.

Selecionei, então, algumas dessas mulheres, que me inspiraram a lutar:

Jane Austen

10 mulheres que me inspiram

Minha autora preferida. Uma mulher que não se conformou com a realidade machista e conservadora dos eu tempo, mas imprimiu em suas obras a sua luta por liberdade, por ser ela mesma, com suas vontades próprias, seus sonhos e projetos pessoais.

Frida Kahlo

frida

Artista mexicana que, após sofrer um acidente que a imobilizou por anos, se tornou uma das maiores pintoras de seu país.

Angelina Jolie

angelina

Atriz, mãe de três filhos adotados e três biológicos, é uma lutadora por causas humanitárias na África. Parte de tudo o que ganha é enviado para ONGs em favor de crianças desnutridas.

Madre Teresa de Calcutá

madre teresa

Dedicou sua vida a ajudar crianças pobres. Um símbolo de caridade e ajuda ao próximo que marcou o mundo inteiro.

Coco Chanel

coco channel

Uma mulher batalhadora, que libertou as mulheres de uma forma desconfortável e pesada de se vestir. Muito trabalho fez dela um ícone no mundo fashion.

Michelle Obama

michelle

Negra, confiante, companheira. Michelle se destacou na carreira jurídica e hoje atua em várias frentes sociais, auxiliando seu marido, um dos homens mais influentes do mundo. O preconceito não a impediram de chegar aonde chegou com muita luta e dedicação.

Lady Di

lady di

Uma princesa plebeia, que enfrentou o preconceito e conquistou o seu país. Lutou por várias causas humanitárias e se manteve firme diante da traição de seu marido.

Zilda Arns

zilda

A pediatra brasileira que conseguiu diminuir drasticamente os índices de mortalidade infantil com a disseminação do soro fisiológico. Fundou a Pastoral da Criança de combateu a violência infantil.

Hillary Clinton

Hillary Rodham Clinton Signs Copies Of Her Memoir "Hard Choices"

Ex-primeira dama dos EUA, após enfrentar problemas conjugais que se tornaram mundialmente conhecidos, hoje é responsável pela política externa do seu país.

Malala Yousaf-Zai

MALALA YOUSAF-ZAI

A paquistanesa que, aos 17 anos, após ser baleada na cabeça, ganhou o Prêmio Nobel da Paz, por defender a educação da mulher.

Não eram mulheres perfeitas. Nem todas eram magras, brancas, malhadas. Eram e são mulheres reais, como eu e você.

A nossa luta hoje pode ser diferente. Podemos não ser grandes escritoras, políticas, assistentes sociais. Mas somos as mulheres que acordam cedo, que trabalham muito, que cuidam da casa, que educam filhos, que imprimem neles os valores e o caráter que vão levar para o resto de suas vidas. Somos verdadeiras malabaristas, amigas fiéis, companheiras. Lutamos por um mundo melhor à nossa volta. Mesmo cansadas, com cólicas, no pós-parto, com os filhos adoecidos, com chefes machistas, com maridos ausentes.

A sua luta diária faz de você uma mulher especial, pois sabemos que a mulher desempenha tantos papéis!

Então, erga a cabeça nesse dia e lembre-se de onde você veio e aonde você quer chegar.

Feliz dia das mulheres!

Feliz todos os dias!



Lingerie e Feminilidade: o que torna você ainda mais feminina?

lingerie e feminilidade

Afinal, o que lingerie e feminilidade têm a ver?

E por que algumas mulheres dão tanta importância à lingerie?

Talvez você já tenha feito essa pergunta e até mesmo questiona o que leva alguém a ter um blog que fala só de lingerie (como consegue escrever tanto sobre o mesmo assunto?).

Você não deve ser a única pessoa que pensa isso. Às vezes reparo a reação das pessoas quando falo que escrevo um blog de lingerie. É uma mistura de surpresa e dúvida ao mesmo tempo. Imagino que algumas pessoas ficam pensando o que vejo na lingerie que pode gerar tantos textos.

A minha história de amor com a lingerie não é antiga. Na verdade, quem despertou o meu olhar para ela foi o meu marido. Quando percebi a paixão dele por essas pecinhas do nosso guarda-roupa comecei a me atentar para o que elas significavam.

O olhar brilhante dele ao ver uma lingerie em uma vitrine, todos os modelos diferentes que já ganhei de presente, a forma sutil como se pode conquistar com uma calcinha e um sutiã apenas, tudo isso foi me fazendo ver que há mais na lingerie do que se pode imaginar.

E comecei a me vestir de forma diferente. Mesmo quando ninguém estava vendo. Acordar as 6 da manhã e vestir uma roupa social para trabalhar na área jurídica pode parecer longe de despertar o desejo de usar uma lingerie bonita. Mas aí é que está a graça.

Quando uma mulher começa a dar à lingerie (que ninguém vê) o mesmo valor que dá para as roupas (que todos vêem), demonstra uma feminilidade singular. Ela já percebeu que se vestir bem em todos os aspectos é um presente que dá a si mesma.

É gostoso sair de casa usando um conjunto bonito de lingerie, que veste bem, que favorece o caimento da roupa, que mantém tudo no lugar o dia inteiro e faz você se sentir bonita, atraente. É um bem estar, uma forma gostosa de se cuidar, como fazer as unhas, o cabelo, a maquiagem, e sair linda por aí.

As mulheres que já compreenderam isso e têm essa sensibilidade sabem do que eu estou falando. As francesas são exatamente assim. As lingeries são até mais importantes que as próprias roupas que vestem. Em cada esquina há uma loja maravilhosa de lingerie. Digamos que  a lingerie está para a francesa assim como os sapatos estão para as brasileiras. Agora não há dúvidas, não é?

Hoje é segunda-feira. Experimente fazer algo diferente essa semana. Escolha usar lingeries bonitas e de qualidade todos os dias, mesmo se ninguém for ver. É como um segredo, uma certeza que só você tem, um mistério seu e de mais ninguém.

Veja o muda e nos conte depois!

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