Fernanda Lima mostra quase tudo

E a onda do “não estou usando nada” não para.

A nova campanha da Arezzo traz Fernanda Lima somente com um par de luvas tipo arrastão e os acessórios da marca.


Considerada o “sonho impossível” da Playboy, a moça está mostrando quase tudo nas fotos.


E isso me faz pensar em um monte de coisas. A gente está sempre reclamando da forma como a brasileira é vista no exterior, da “coisificação” da mulher brasileira, enfim, dessa imagem negativa que sabemos que têm de nós lá fora.

E não é pra menos…

Será que precismos mesmo de campanhas assim? Não há outras formas de mostrar a beleza da mulher, a fim de atrair seus olhos para bolsas e sapatos?

Depois não adianta irmos para as redes sociais indignadas com a forma com que a brasileira é vista. E contar historinhas como “Meus amigos estrangeiros me perguntaram se todas as brasileiras são prostitutas”. 

Eu sou mais que um corpo. Eu penso, raciocino, eu tenho ideias. Trabalho, estudo, faço parte de uma realidade político-social – tenho opiniões sobre ela! Não precisa tentar chamar a minha atenção dessa forma, porque não vai funcionar. 

Queria ver campanhas mais inteligentes, mais desafiadoras, que ultrapassassem a barreira da beleza, que conseguissem atingir a brasileira real, que trabalha, que é mãe, que cuida da casa, dos filhos, que não tem mais 25 ou 30 anos de idade nem um corpo como o da Fernanda Lima.

Essas sim são as mulheres que compram as bolsas e acessórios da Arezzo!

Campanhas como essa só causam mais repugnância e aversão em relação a esse culto ao corpo.



Celebridades sem lingerie

Você costuma sair de casa sem calcinha ou sutiã?

Mais pessoas fazem isso do que você imagina. E se exibem assim para o mundo inteiro em vestidos finos e caros. 

As celebridades têm aderido a essa nova moda, causando arrepios à indústria da lingerie.

Maggie Q, por exemplo, sem calcinha e, provavelmente sem sutiã, exibiu seu corpo em um mini vestido de Anthony Vaccarello na estréia de Divergent na última quarta-feira (19).


Algumas precisam empreender um esforço surreal para se manterem “bem- vestidas” a noite toda, andando com muito cuidado e analisando cada movimento, para que tudo continue “no lugar”.


Outras se sentem até mal, como Gwyneth Paltrow, que confessou a Ellen DeGeneres, na estréia de O Homem de Ferro 3, que a parte lateral de seu vestido pareceu muito mais reveladora sob as luzes de TV do que no camarim. A experiência, segundo ela, foi ” um desastre”.


Paris Hilton é outra amante do “não estou usando nada por baixo”. Não poderia se esperar outra coisa da polêmica moça.


Seria o pesadelo da indústria da lingerie?

Penso que não. Sabe aquelas modas malucas que não não chegam até as “pessoas reais”? Talvez a resposta passe por aí. 

No ano passado, a Revista W se esforçou para entender o que motiva essa moda. E sugeriu que seria um retorno à rebeldia dos anos 60 e uma rejeição à imposição da lingerie. Além disso, a mulher vem descobrindo o prazer de sentir uma briza por baixo de sua saia.

Será?

“Algumas pessoas não usam lingerie para provar que elas não precisam”, disse o estilista Kate Jovem no artigo”. A mensagem seria: “Olha, meu corpo está tão incrivelmente bom , que eu não preciso de nada”. Algo assim.


Atrair a atenção da mídia é a única coisa que explica essa obsessão, na minha opinião. Já vimos de tudo nos tapetes vermelhos. Nada parece ser novidade. Exibir o corpo quase nu em um vestido como esses seria uma forma de se destacar. 
Alguém consegue encontrar uma outra explicação?

No Brasil também temos adeptas. Adriana Lima, Sabrina Sato, Solange Gomes e Juju Salimeni são alguns nomes.


No país da sensualidade e do erostismo à flor da pele isso até se compreende. Mas a febre no resto do mundo merece uma “investigação”, não é?

E você, também gosta de sentir a briza por baixo do vestido?

Fonte: lingerietalk.com

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