Deficiência Física e Feminilidade

Deficiência Física e Feminilidade

Americana paraplégica posa de lingerie para mostrar que Deficiência Física e Feminilidade podem andar de mãos dadas.

Uma despedida de solteiro mudou por completo a vida de Rachelle Friedman Chapman. A americana foi jogada na piscina por uma amiga e acabou se machucando gravemente. Ficou sem os movimentos do peito para baixo. Você pode estar pensando que a vida dela acabou, não é?

Mas é incrível a habilidade que muitas pessoas têm de se reconstruir, se reinventar depois dessas tragédias pessoais.

Rachelle hoje é casada, mãe, palestrante e escritora. No seu Instagram ela postou “Fiquei paraplégica em um acidente horrível que mudou não somente a minha vida, mas a vida dos que me cercam. Meu corpo mudou e a habilidade de fazer o que eu queria foi embora“.

Não consigo imaginar uma situação dessas. Mas ela não apenas imaginou como viveu e teve que dar a volta por cima.

E ainda tem que usar um cateterismo vesical, que auxilia no controle do esfíncter e da bexiga.

Como se não bastasse a árdua tarefa de sair da cama todos os dias, sempre dependendo da ajuda de pessoas, Rachelle ainda tem que lidar com o preconceito.

Pra driblar esse problema que enfrenta (porque o americano e tão preconceituoso como o brasileiro), a americana fez um ensaio sensual de lingerie. Ela quis mostrar pra ela mesma e para quem precisa ver que a “deficiência” dela não a impede de ser linda, sensual e atraente.

paraplégica posa de lingerie

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feminilidade e autoestima

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E realmente não impede. Ela é linda, tem um corpo muito bonito, pele, cabelo, olhos muito bonitos. “Queria fazer algo não só por minha autoestima, mas para qualquer um que está na minha situação e pensa não ser bonito por causa deste problema“.

O seu marido, o noivo da época do acidente, admite que ela é invejável e sortuda. Que lindo isso!

Com a hashtag #WhatMakesMeSexy (O que me faz sexy), Rachelle tem ganhado força e o apoio de muita gente. Sua página no Facebook já tem mais de 20 mil curtidas.

#WhatMakesMeSexy

Foi, sem dúvida, uma forma inteligente e interessante de mostrar à sociedade que uma pessoa com qualquer tipo de deficiência física pode ser atraente. Que sirva de inspiração para quem tem alguma deficiência física e problemas na autoestima e de alerta para quem tem um outro tipo de problema, ainda pior, o preconceito

Fonte: Marie Claire



Pra quem vai passar o dia dos namorados sozinha

Pra quem vai passar o dia dos namorados sozinha

Dia dos Namorados sozinha?

Pra quem vai passar o Dia dos Namorados sozinha esse ano, essa semana pode ser uma verdadeira tortura. Tem quem adoeça só de pensar que não tem com quem comemorar o próximo dia 12.

Em todo lugar só se fala em namoro, amor, lingerie nova, flores, chocolate. Nas redes sociais só dá imagens de casais agarradinhos, mulheres de lingerie, bom dia, boa tarde e boa noite com pessoas apaixonadas.

Se você está sozinha nesse mês, não tiro sua razão, isso pode encher o saco mesmo.

Mas essa semana não tem que ser necessariamente uma “sofrência”.

Antes de conhecer meu marido (há uns 8 anos atrás), eu passei um longo período completamente sozinha. Tinha muitos amigos, saía bastante, viajava, mas sem ninguém muito especial ao meu lado.

Na verdade, eu queria estar com alguém com quem realmente valesse a pena, que fosse durar, que me trouxesse alguma perspectiva de um futuro mais sólido. E o tempo foi passando, e o nível de exigência subindo rs.

Nem ligava. Ouvia cada coisa!

Mas esse tempo me ensinou algumas coisas que vou levar pra vida toda. Quando você passa pelo dia dos namorados sozinha, começa a pensar no que realmente quer pra sua vida e no que não quer.

E, na verdade, comecei a prestar mais atenção em mim mesma, a gostar mais da minha própria companhia, a sair mais sozinha, a gostar de estar comigo mesma. Quando estamos sozinhos só ouvimos o silêncio. E ele pode incomodar muita gente que precisa de barulho o tempo todo. O seu próprio silêncio deixa de ser ameaçador quando vai tudo bem no seu interior.

Ser uma pessoa bem resolvida, gostar da própria companhia e não depender de estar junto a outra pessoa para ser feliz é o sinal que precisamos para saber se um relacionamento vai dar certo. A gente não consegue fazer alguém feliz se somos incompletos, infelizes. Essa história de metade da laranja é um equívoco. Você não é uma metade, é uma pessoa inteira. E pessoas inteiras se complementam, não se completam.

Quando eu percebi que era completa, que era feliz sozinha, encontrei alguém muito especial e minha vida realmente se complementou.

Estar sozinha no Dia dos Namorados pode ser uma ótima oportunidade para você curtir sua própria companhia, os amigos, a família. É um tempo para reflexão, para você se apaixonar por você mesma. É aquela veja história do “cuide do jardins e as borboletas virão”.

Acredito muito nisso!

E você?

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