The True Cost

O Documentário The True Cost pode fazer você mudar de ideia.

Esses dias recebi o email marketing da Mon’dress, uma marca de lingerie que eu conheci e que passei a admirar.

Achei tão interessante, que decidi compartilhar aqui com você.

É sobre o trailer do documentário The True Cost (O Verdadeiro Custo – minha tradução), que será lançado no dia 29 de maio.

Não é novidade para ninguém que a China e outros países asiáticos dominam a fabricação de quase tudo que consumimos, né?

Mas quem paga o preço?

Esse documentário fala exatamente sobre a exploração e vida miserável dos asiáticos, para que a indústria da moda seja sustentada.

Eu não sou do tipo extremista, que não usa nada fabricado nesses países, mas acho que vale a pena uma reflexão sobre comprar da China. Talvez seja mesmo hora de começarmos a valorizar nossas fábricas, nossos produtos, mesmo porque a China tem “quebrado” vários países mundo afora, em razão dos baixos custos que oferece em seus produtos.

Vamos repensar nossas escolhas, acho que só temos a ganhar com isso.

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The True Cost



Campanha quer acabar com o conceito Plus Size

Uma nova campanha está surgindo ao redor do mundo para acabar com o conceito Plus Size.

Chamado de #DropThePlus, o movimento começou nos EUA, por meio do site Drop The Plus.

A ideia é acabar com o termo “plus size“, que, para muitas pessoas, é pejorativo e rotulador. Os fundadores do movimento acreditam que não deve existir essa diferenciação, apenas tamanhos maiores dentro de todas as marcas e coleções.

No Brasil, a marca de lingerie Mondress já se posicionou mostrando que é super a favor. A sua numeração vai do 40 ao 52 e não faz distinção entre tamanhos “nomais” e “plus size”.

Campanha quer acabar com o conceito Plus Size

 

Esse é um assunto interessante, que pode revolucionar a forma das empresas de moda trabalharem suas grades e modelagens.

Queria saber sua opinião! Você é a favor de acabar com esse termo plus size?



Campanha plus size #ImNoAngel

Campanha #ImNoAngel faz barulho nas redes sociais!

Você se lembra da campanha da Victoria´s Secret com as modelos magérrimas e o slogan “The perfet body”?

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Foi uma das grandes polêmicas no mundo da lingerie no ano passado!

Agora, em resposta, a marca plus size Lane Bryant, lançou uma campanha linda, com modelos plus size e a hashtag #ImNoAngel.

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Foi uma verdadeira provocação ao estereótipo de mulher perfeita que a VS (e todo o mundo das passarelas) querem empurrar goela abaixo.

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A marca contratou (lindas) modelos plus size e mostrou sua coleção de uma forma surpreendente.

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Considerada a campanha mais sexy de 2015, #ImNoAngel traz de volta a polêmica das modelos esqueléticas e de como a nossa sociedade ainda as vê como padrão ideal de beleza.


Mulheres plus size não se sentem representadas por essas marcas e a frustração é cada vez maior, ao ver poucas opções no mercado.

Ainda bem que isso tem começado a mudar nos últimos anos. De forma lenta e discreta, mas tem. Várias campanhas têm sido lançadas com esse foco, o que antes era impensável. Já é o início da mudança de mentalidade.

E você, o que achou?



Marca apaga mamilos das modelos!

Já vou avisando: o assunto é polêmico!

Quando o assunto é publicidade, marketing no mundo fashion, muitas vezes as polêmicas são inevitáveis, não é?

O assunto da vez são as fotos que a American Apparel, marca de roupas e moda íntima americana, acabou de lançar. Muito criticada por fotos quase pornográficas, a marca resolveu mudar a sua cara e a sua estratégia de marketing, tentando se distanciar da imagem de pornografia a que sempre esteve associada.

Algumas modelos foram fotografadas com lingerie bem transparente. Porém, na edição das imagens, decidiu-se pela “remoção” dos mamilos e pelos pubianos. Isso também porque as modelos são inquestionavelmente muito novas, o que sempre incomodou muita gente.

Marca apaga mamilos das modelos!

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A marca tem conseguido se distanciar da imagem negativa que tinha abraçando as causas do ativismo político, especialmente, no que diz respeito aos direitos gays e à reforma da imigração.

Como empresa, temos recursos que ativistas individuais não têm. Nós tentamos usar nossa abilidade especial para patrocinar causas políticas que precisam de ajuda. American Apparel normalmente utiliza propagandas, contatos na imprensa e até mesmo camisetas com dizeres que falam sobre esses assuntos importantes. Nossos dois maiores assuntos tem sido a Reforma da Imigração e os Direitos gays” (minha tradução), diz o website da marca.

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Apagar os mamilos das modelos é uma outra forma, no ponto de vista da American, não somente de proteger a imagem de jovens modelos, mas de retirar a “sexualização” das fotos de modelos, levando-se em consideração a luta por direitos iguais.

As críticas a tudo isso têm sido vorazes (…)

Michelle Lytle, por exemplo, co-fundadora da marca de biquíni TaTa Top (aquela com o desenhos dos mamilos) defende que censurar as mulheres e fazê-las parecer manequins ou bonecas, é enfraquecer as mulheres, que não devem se sentir envergonhadas com seu corpo.

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Lytle critica os esforços empregados pela marca no sentido de defender causas como os direitos gays e a imigração em Los Angeles, e pouco se importar com os direitos de igualdade das mulheres.

Bom, de, fato, a modelo se parece um pouco com uma boneca. Afinal, toda mulher tem mamilos, não é?

Fico dividida entre acreditar que, de fato, retocar as imagens é uma forma de torná-las menos pornográficas a determinado público e pensar que mulher é mulher e não há o que se esconder…

Realmente, quando olhamos as imagens, vemos que são mais ingênuas, puras, dificilmente vamos conseguir associá-las a qualquer tipo de pornografia ou qualquer outra coisa do gênero. Isso pode funcionar para o objetivo da marca.

Mas, ao mesmo tempo, penso que não se trata de uma revista pornográfica. Trata-se da venda de um produto, que deve ser mostrado como é. Sem visualizar os mamilos e pelos, não é possível observar quão transparente é o tecido das peças. Isso pode dificultar a venda online, por exemplo.

Então confesso que ainda não me decidi!

Mas acho toda essa discussão super interessante, faz com que a gente pense um pouquinho, né?

E você, o que tem a dizer?

Fonte: dailymail.co.uk



Dear Kate mostra mulheres reais em campanha e causa polêmica

Você se vê representada pelas modelos de lingerie que vê por aí?

Magreza excessiva, photoshop sem fim, silicone que não acaba mais. Já falei muito sobre isso aqui, mas o assunto é irresistível. Marcas que apresentam campanhas publicitárias focando nas mulheres reais chamam muito a minha atenção.

Não posso dizer qual é o retorno financeiro e o sucesso das campanhas, mas percebo que essa estratégia vem ganhando cada vez mais força e o coração das mulheres.

Agora é a vez da Dear Kate, uma marca de lingerie americana que foca em tecidos tecnológicos e no conforto da mulher.

Dear Kate mostra mulheres reais em campanha e causa polêmica

Dear Kate mostra mulheres reais em campanha e causa polêmica!

A última campanha trouxe executivas da área tecnológica usando só underwear no local de trabalho. As mulheres são comuns, algumas magras, outras mais gordinhas, com suas estrias, celulites e gordurinhas á mostra, tudo sem photoshop.

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A campanha mostra as peças da Coleção Ada, uma homenagem à programadora Ada Lovelace.

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As críticas foram inevitáveis. Muitos não gostaram, pois acharam a campanha “bizarra” e “sexista“. “No Vale do Silício, agora mais do que nunca, há uma tensão na forma como as mulheres são vistas: uma visão romântica ou sexual e outra profissional“, foi o que disse Elissa Shevinsky, CEO do Glimpse Labs, à Revista TIME. “Mostrar-se desta forma, sem roupa, tem conotação inerentemente sexual, e enfraquece a imagem das mulheres no mundo da tecnologia. Isto é verdade tanto para homens quanto para mulheres“.

Mas muito mais que críticas, a campanha recebeu aplausos. Olivia Muenter acredita que ela é surpreendente, já que aponta para a diversidade das mulheres. “O fato de [os produtos] serem apresentados por mulheres que estão maravilhosamente reais, com corpos que se parecem com os nossos e carreiras bem-sucedidas, é uma mensagem realmente poderosa“, disse.

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Julie Sygiel, fundadora e CEO da Dear Kate, tinha em mente reunir mulheres ligadas ao mundo da tecnologia, exatamente para mostrar o que as mulheres pensam e fazem, ao invés de mostrar apenas a sua aparência.

Nós acreditamos que as mulheres devem ser levadas a sério, independente do que elas estejam vestindo“, disse Sygiel. “Isso vale também para as mulheres de qualquer profissão, já que a forma como alguém se veste não deveria ter nenhuma relação com a sua capacidade ou a sua inteligência“.

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Se alguém vê a nossa campanha como uma forma de perpetuar o sexismo é porque essas pessoas têm certas expectativas sobre as mulheres. Na nossa maneira de ver o mundo, as mulheres podem ser tão poderosas de roupas íntimas quanto elas são de terno. Não é justo para as mulheres de tecnologia serem apontadas e confinadas a um comportamento mais conservador, simplesmente porque elas trabalham em um campo dominado por homens“.

Achei a campanha surpreendente, nada machista ou sexista. Afinal, qual é a diferença entre um anúncio comum de lingerie, com uma mulher quase nua, maravilhosa, magérrima, cheia de retoques e um anúncio como esse? É meio hipócrita dizer que essa é uma campanha sexista. Se for assim, todas são. Mostrar mulheres reais em suas atividades diárias só faz com que nos identifiquemos com elas, desperta o nosso interesse para a marca, para o que estão vestindo.

E você, o que achou?

Fonte: www.brasilpost.com.br



Modelo “fora dos padrões” no Calendário Pirelli 2015

Quebra de padrões – acho que essa é a palavra de ordem do momento!

Depois das polêmicas da Victoria´s Secret e da Calvin Klein, a Pirelli acabou de lançar o seu famoso e tradicional calendário. E adivinhe! Uma modelo “fora dos padrões” no Calendário Pirelli 2015!

Candice Hufinne foi convidada para romper com os padrões do calendário mais famoso do mundo e mostrar sua beleza na 50ª edição do calendário.

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Importantes fotógrafos do mundo participam da elaboração desse trabalho todo ano. Annie Leibovitz, Richard Avedon, Bruce Weber e Steve Mc Curry são alguns deles. O calendário se tornou um ícone e objeto de desejo de colecionadores e é presenteado aos fornecedores da italiana Pirelli.

O legal foi ver a modelo considerada “plus size” em um trabalho tão tradicional como esse, em que os padrões de beleza são praticamente inquebráveis.

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Nunca se viu tanta movimentação no mundo da moda no sentido de incluir todos os biotipos em campanhas publicitárias!

Particularmente não gosto do calendário Pirelli. Acho que é um trabalho um tanto quanto ultrajante para todas as mulheres, revelando uma sociedade ainda patriarcal por trás.

Mas não posso deixar de ver como positiva a inclusão de uma modelo fora dos padrões em um trabalho como esse!

Você concorda?

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