Ensaio Nude: Quebrando tabus

Fotógrafas Darcy Toledo e Jane Walter comemoram dez anos de parceria, retratando mulheres comuns em ensaios sensuais.

Ensaio Nude

Quando a Agência Nude surgiu em 2006, com a proposta de fotografar a sensualidade feminina, era incomum que mulheres de todas as idades e tipos físicos pudessem estrelar ensaios sensuais nos moldes de um editorial. E as fotos não seriam estampadas comercialmente em revistas masculinas, que vendiam milhares de exemplares à época, mas impressas em edições únicas, entregues como presente ou guardadas como recordação pessoal.

As fotógrafas Darcy Toledo e Jane Walter buscam até hoje algo muito mais simples: mostrar a beleza livre de julgamentos e padrões. Nos ensaios da Agência Nude, com direito a maquiagem, figurino e produção impecáveis, as clientes trocam inseguranças por autoconfiança e a valorização do próprio corpo.

Com dez anos de parceria, as fotógrafas listam os tabus superados por suas clientes:

Tabu nº 1. Ensaio sensual só pode ser estrelado por atrizes e modelos: “A Nude desbancou esta ideia desde o início, mostrando que a beleza e a sensualidade não são atributos exclusivos das famosas. Toda mulher tem seu ponto forte, sua arma de sedução”, afirma a fotógrafa Darcy.

Tabu nº 2. Fazer ensaio para provar a sensualidade ao parceiro: “Ao longo dos anos, notamos que presentear alguém era a desculpa perfeita para fotografar. As mulheres às vezes nos procuram com o objetivo de surpreender o parceiro, mas principalmente para registrar uma fase especial, agradar a si mesmas, sem provar nada a outras pessoas”, explica a fotógrafa Jane.

Tabu nº 3. Fotos sensuais são restritas a mulheres magras (ou algum outro tipo de estereótipo): as sócias da Agência Nude buscam, desde 2006, estruturar ensaios para clientes com os mais variados biótipos, investindo em equipamentos fotográficos, profissionais treinadas, figurinos, lingeries e acessórios para valorizar a beleza da diversidade.

Tabu nº 4. Imitar uma celebridade ao posar nua: “É comum que as clientes venham com referências de ensaios protagonizados por famosas. Usamos estas indicações para entender e captar o gosto pessoal da cliente, adaptando e criando algo novo, que imprima a personalidade e experiência de vida de cada uma”, conta Darcy.

Tabu nº 5. A nudez feminina tem preço? Mesmo que o ensaio sensual oferecido pela Agência Nude seja um produto, a mulher presente na capa não dependerá de vendas ou aprovações. A publicação obtida com as imagem, única e exclusiva, representa seu valor.

Tabu nº 6. Ensaio sensual feminino reforça o machismo: Darcy e Jane reconhecem a polêmica que cerca a fotografia sensual, mas os bastidores dos ensaios mostram que as clientes procuram uma valorização há muito tempo negada. E buscam a própria aceitação, muito além de uma discussão de gêneros.

Tabu nº 7. Existe limite de idade para uma mulher ser considerada sensual? “Não. As mulheres maduras fotografadas por nós mostram como a sensualidade não pode ser associada a qualquer padrão estético. A força e a história de vida ganham sentido no olhar, no gestual, no sorriso”, defende Jane.

Tabu nº 8. O ensaio sensual exige sacrifícios na preparação: as clientes se preparam de diferentes formas para a sessão de fotos. Algumas emagrecem, ganham novas formas, enquanto outras inovam no corte de cabelo. Mas não existe regra, pois cada uma fará o que for melhor para si. Basta um passeio na galeria de imagens da Agência Nude para notar que a vontade é a única preparação necessária antes das fotos.

Tabu nº 9. A inexperiência frente às câmeras impede belas imagens: as fotógrafas sabem que a timidez e a insegurança são aspectos comuns para quem realiza um ensaio profissional pela primeira vez. Mas não pense que as poses ficam forçadas ou frias. Darcy e Jane sabem como dirigir as estreantes, obtendo fotos espontâneas e sensuais.

Tabu nº 10. Ensaios sensuais exigem retoques digitais pesados: as fotos selecionadas recebem tratamento, mas apenas na pele, eliminando imperfeições conforme o gosto e preferência da cliente. De acordo com as fotógrafas, não são realizados retoques pesados, nem a redução de medidas, por exemplo. Para compensar, o trabalho é intensificado com o figurino adequado, posicionamento na hora dos cliques e efeitos de luz.

Sobre a Agência Nude

Criada em 2006, pelas fotógrafas Darcy Toledo e Jane Walter, a Agência Nude é especializada em ensaios sensuais para mulheres comuns, seguindo os padrões editorias e de produção das publicações mais conceituadas do mercado.

Os ensaios são realizados diariamente em São Paulo e percorrem cidades do Brasil em temporadas itinerantes. Em comemoração aos dez anos, a Agência Nude incluirá, a partir deste ano, sessões especiais em Nova Iorque (Estados Unidos) e Montreal (Canadá).

Saiba mais em www.nude.art.br

 



10 coisas que odeio em lingeries

Lingeries que desanimam qualquer um!

Quero dizer, tem gente que adora, que curte, mas eu detesto. São detalhes nas lingeries que fazem passar longe.

Selecionei 10 modelos que eu realmente não curto. Seja porque não combinam comigo ou porque é quase uma unanimidade entre as mulheres (e homens).

1. Sutiã com alça de silicone

alça de silicone

Ela não é invisível, acredite. Teve uma época em que ele era super famoso, década de noventa. Era a sensação usar essas alcinhas de plástico aparecendo, como se não estivessem aparecendo. Quando a gente vê uma aberração como essas na rua é que se lembra como aquilo era horroroso.

Se você curte, ok, então tente fazer um melhor uso dessas alcinhas. O menos é mais nesse caso.

2.  Lingerie infantilizada

lingerie infantilizada

É pessoal. Ou até cultural. Em documentário fantástico chamado “O Segredo da Lingerie“, exibido no GNT há algum tempo, vi que a lingerie com temas infantis é a maior sensação no Japão, especialmente entre os homens. Bom, como não sou japonesa (nem meu marido), confesso que passo longe desses modelos cheios que coisinhas que remetam a qualquer coisa infantil. São coisas que não combinam, na minha opinião.

3. Sobreposição de lingerie

lingerie sobreposta

Gosto do Harness. Acho legal, ousado, sofisticado se bem utilizado. Mas essa ideia de usar o sutiã como peça sobreposta não me agrada. Lingerie é pra ser usada debaixo da roupa. Inverter essa ordem e conseguir um efeito legal é muito difícil. Não consegui ver nada interessante até hoje…

4. Calcinha “ventilada”

calcinha ventilada

Você pode não acreditar, mas esse tipo de calcinha é muito comum em vários lugares do mundo. Conheço uma marca britânica que usa e abusa desse conceito. Acho feio. Queria saber a opinião dos homens!

5. Babados e mais babados

lingerie de babado

Detesto. Mas isso é muito pessoal, eu sei. Tem gente que acha lindo. Eu tenho dificuldade de lidar com o tal do babado. Me lembra algo infantil. E aumenta o volume debaixo da roupa.

6. Gambiarras
gambiarras de lingerie

Essas gambiarras que as pessoas (e neste caso a própria marca do sutiã) fazem para melhorar a performance da peça não são interessantes, ainda que funcionais. Um dia eu vi uma dessas em uma postagem no Face sobre sutiã tomara que caia. Não resisti e fiz um comentário demonstrando a minha reprovação. Você não imagina quanta crítica eu recebi. Me impressiona não apenas quanta gente gosta das gambiarras, mas como o brasileiro é intolerante à opinião contrária à dele, né?

7. Laços enormes

laços exagerados

É difícil uma lingerie com laços enormes ficar bonita. Até já vi, mas normalmente não cai bem…

8. Lingerie Outdoor

lingerie outdoor

Foi a melhor expressão que eu encontrei para o exagero das logos nas lingeries. Afinal, o que se busca com um modelo como esse?

9. Transparência no lugar errado
transparencia errada

Adoro transparências na lingerie. Mas, no lugar errado, ela pode ser uma catástrofe. Modelos como esse eu acho bem feios. Mais uma característica da lingerie europeia

10. Tiras excessivas

calcinha strappy

A onda do strappy é muito legal. Mas tiras demais e em lugares bizarros pode acabar com qualquer produção.

E você? O que não curte na lingerie?



Violência contra a mulher – Chega!

Violência contra a mulher: Precisamos falar sobre isso!

Violência contra a mulher - Chega!

7 entre cada 10 mulheres no mundo já foram ou serão violentadas de alguma forma. Assustador, não é? Eu tenho lido sobre esse assunto e tenho ficado alarmada com a situação, especialmente no Brasil.

O assunto foi tema da redação do ENEM, mas há muito vem se falando sobre ele com mais ênfase.

Que mulher nunca andou pelas ruas e ouviu cantadas? Que mulher nunca passou perto de homens que “mexeram”, ficaram falando gracinhas? Que mulher nunca sofreu algum tipo de assédio por estar usando determinada roupa (nem sempre inconveniente)? Quantas mulheres que ocupam os mesmos cargos de homens, porém, recebem menos em seu contracheque?

São vários os tipos de violência. Nas ruas, em casa, no trabalho, na academia. Parece um carma que a mulher carrega desde sempre. Agressões verbais, físicas, emocionais, sociais.

A violência doméstica talvez seja a pior de todas. 80% dos casos de violência contra mulheres acontece dentro de casa. E a maioria das mulheres não denunciam. Por quê? Medo do agressor, dependência financeira, problemas emocionais que a fazem acreditar que ela precisa dele e que o ama. São diferentes e estranhas razões que mantêm milhares de mulheres debaixo desse jugo de agressão e humilhação.

A violência contra as mulheres começa cedo. É um familiar ou amigo da família que tenta “tirar uma casquinha” (lembra dessa expressão repugnante?). É o professor de natação que ensina a menina a “boiar” e se aproveita ao segurá-la (alguém pode me dizer qual o propósito de se ensinar a boiar na natação?). É o pai ou irmão mais velho que se aproxima da filha/irmã com outras intenções e torna isso normal dentro de casa.

Eu poderia citar tantos exemplos que escuto, principalmente de amigas. Mas o pior é que a maioria das mulheres passa por coisas terríveis e não conta nada pra ninguém. Sentem-se sujas, causadoras daquele mal.

Está mais que na hora da gente se unir contra isso de uma forma mais “agressiva” também. Agressiva no sentido de divulgar e promover a DENÚNCIA, a não aceitação dessas situações.

A Specialità Lingerie acaba de lançar uma campanha muito interessante nesse sentido: COMIGO NÃO.

comigo não

É uma forma de conscientizar a sociedade de que essa realidade precisa e pode mudar. A loja criou uma página especial para a divulgação da campanha que tem diferentes áreas de atuação: incentivar mulheres a denunciar agressões; incentivar a sociedade a dizer Comigo Não; a contar experiências e a expor de forma não vexatória o que já aconteceu, para que outras mulheres se identifiquem e lutem contra o ciclo de agressão.

A campanha também está envolvendo blogueiras, que são formadoras de opinião e que podem ajudar bastante na divulgação. Para cada participação envolvendo uma blogueira, a loja doará um conjunto de lingerie para uma instituição que acolhe mulheres vitimas da violência, com o objetivo de mostrar que elas são lindas, especiais, que podem resgatar sua autoestima e não precisam se submeter à violência. Muito linda a iniciativa…

Então estou contribuindo, divulgando no Tudo de Lingerie, não apenas para a doação da lingerie, mas para que você comece a dizer Comigo Não, que não aceite a violência, seja qual for, simplesmente por ser mulher.

Como participar?

 

Acho que todo tipo de divulgação é válido. Sensibilize-se, isso tem muito a ver com ver com você!



Carmen Carrera: A transexual de olho na Victoria´s Secret

Carmen Carrera está ganhando força para realizar um sonho.

Carmen Carrera: A transexual de olho na Victoria´s Secret

Ser uma Angel da Victoria´s Secret parece ser o sonho de 10 entre 10 mulheres do mundo. Não tem uma sequer que pareça não se importar ou seja indiferente à possibilidade de desfilar no grande show que a marca realiza todos os anos. As mais famosas do mundo já passaram por lá e muitas outras começaram a ter sucesso depois que desfilaram nos shows.

A bola da vez é uma transexual, a modelo americana batizada de Christopher Roman, que saiu de um reality show que elegia a melhor drag queen nos EUA. Uma de suas interpretações da cantora Toni Braxton, como Unbreak My Heart fez um sucesso absurdo, antes mesmo do reality, foi o grande pontapé da sua carreira.

Desde então ela vem ganhando uma fama enorme, aumentando seguidores no Instagram e Twitter e muitas menções em rádio, TV e na internet.

carmen carrera

Em 2012, depois de uma participação sua na LA Fashion Week, 47 mil pessoas assinaram um pedido para que Carmen Carrera participasse do próximo Victoria´s Secret Fashion Show, porém, a marca não se manifestou a respeito. Naquela época ela afirmou em uma entrevista ao canal CNN: “Não importa o quão insegura eu posso ser, não importa o quão pouco bonita eu posso me sentir, existem pessoas que me ajudam a ser forte, então preciso seguir em frente e provar para as outras o quanto estão erradas”.

Bom, agora o assunto voltou à tona e um novo pedido para que a trans se torne uma angel já reuniu 50 mil assinaturas.  Para a Revista Times ela abriu o coração: “Eu sou uma show girl de coração. Se eu vou fazer desfiles, este é, com certeza, o melhor para isso. E também quero fazer pela minha família, quero que eles tenham orgulho de mim”.

carmen-carrera

A Victoria´s Secret ainda não se pronunciou sobre a inclusão de Carmen Carrera em seu seleto grupo de Angels.

Será que dessa vez ela entra? O que você acha de uma transexual nos desfile mais famoso da maior marca de lingerie do mundo?



Marca de Lingerie lança campanha com modelos de costas

Uma nova forma de fazer campanhas de lingerie: Marca de Lingerie lança campanha com modelos de costas.

Marca de Lingerie lança campanha com modelos de costas

A marca americana Yellowberry acaba de lançar uma campanha inédita. Realmente ago diferente, nunca antes visto nesse segmento. Todas as modelos estão de costas. Não e possível ver a parte da frente do sutiã.

yellowberry

Vai levar um tempo pra você entender, é normal. Mas não sei se você vai concordar com a proposta.

De acordo com a marca, a ideia é desvincular a experiência de comprar uma lingerie do marketing sexual exacerbado que repousa sobre esse mercado.

campanha de lingerie

marca de lingerie

De acordo com a fundadora da marca, Megan Grassel, “sempre que mostramos um produto para os nossos seguidores, ele é mostrado pela parte de trás. Isso torna a melhor parte do nosso produto um segredo perto do nosso coração“.

Em uma postagem do Facebook, ela também afirma que “o foco do nosso produto não é a forma como ele se apresenta. Os sutiãs Yellowberry têm mais a ver com a forma como eles vestem o corpo da menina e como elas a fazem sentir por dentro. Isso é o mais importante“.

lingerie para adolescente

marca de lingerie para adolescente

A marca tem como foco adolescentes entre 11 e 15 anos, principalmente. Por isso também a tentativa de retirar o conteúdo de sensualidade das imagens. O que a gente vê nas fotos é exatamente o que ela tenta passar: um sutiã para se usar durante o dia e nada mais. Não se fala em glamour, pegada de moda, sensualidade, tentativa de se conquistar, nem mesmo o “se sentir linda” usando lingerie. É apenas sutiã para meninas. E ponto final.

Não é possível ver os rostos das modelos. Não é possível dizer nada sobre ela, pois só conseguimos ver as costas. Não há como “julgar” o tipo de público a que se destina a marca. É para adolescentes e pronto. Simples, não é?

Yellowberry

A tentativa é de fazer com que meninas sejam meninas e não queiram apressar o crescimento, o desenvolvimento sexual.

Você pode estar se perguntando como é possível comprar um produto online sem vê-lo por completo. Na loja virtual da Yellowberry as imagens do produto estão disponíveis, então, é possível ver a parte da frente.

Toda a questão é não mostrar as meninas de frente.

A princípio achei que pudesse ser apenas uma jogada de marketing, só para chamar a atenção para a marca. Depois que percebi que o foco da marca são as adolescente, daí comecei a achar super interessante a proposta.

Amo lingerie, acredito que ela melhora a nossa autoestima, faz milagres em alguns momentos, conquista. Mas estender isso a crianças e adolescentes pode ser um erro irreversível. Despertar a sexualidade de forma precoce causa danos para o resto da vida. Deixar as coisas acontecerem ao seu tempo e poupar meninas disso é o melhor que podemos fazer por elas. Já basta a moda ser tão sensualizada, as novelas, as músicas…

Adorei a campanha, achei bem original. E você?



Lingerie Anti-Estupro

Anti-rape pants

Já ouviu falar em lingerie anti-estupro?

Parece estranho, mas achei tão interessante, que não pude deixar de compartilhar aqui com vocês.

Uma lingerie anti-estupro.

Uma espécie de “cinto” que impede que a calcinha seja retirada ou removida impede qualquer pessoa mal intencionada de fazer o que não devia, contra a vontade da mulher.

A criadora da marca AR Wear (Anti Rape Wear) teve seus motivos para criá-la. Vítima de vários assaltos e de duas tentativas de estupro, afirmou “Eu fui vítima de duas tentativas de estupro, uma com 18 e outra com 20 anos. Em ambos os casos, a ‘demora’ impediu que o ato fosse finalizado. No primeiro caso eu lutei contra ele até que ele ouviu barulhos por perto e desistiu. No segundo caso, o estuprador me segurou pelo pescoço com uma das mãos e com a outra, de alguma forma, tentou tirar o meu jeans e calcinha enquanto me jogava ao chão. Eu comecei a gritar  e alguma coisa fez o estuprador desparecer. A forma ágil como ele tirou a minha roupa me faz acreditar que o AR Wear poderia efetivamente evitar estupros pela demora“.

Meio chocante, né? Enquanto traduzia eu pensei se realmente deveria postar algo meio impactante assim, mas acho que isso é mais comum do que a gente imagina, especialmente em um país sem punição como o Brasil. Claro que a frequência desse tipo de crime acontece entre as classes mais pobres, que provavelmente não têm a menor condição de adquirir um produto desse.

Lingerie Anti-Estupro

Mas a iniciativa de criação já foi mais que interessante., embora já enfrente muitas críticas. A maioria das mulheres vítimas de estupro não poderia usar o produtos, que são crianças, pessoas obesas, pobres, deficientes físicos, homens, transexuais.

Alguns acreditam que esse tipo de produto reforça a ideia de que os estupros acontecem sempre em lugares escuros, ermos, desabitados, como uma rua escura. E não deixa de ser verdade.

Para esses críticos, “trancar a vagina” a fim de impedir o estupro indica quanto trabalho ainda há pela frente, com o intuito de se lutar contra esse tipo de criminalidade. Um cinto de castidade moderno, de acordo com o posicionamento deles, demonstra o quanto os direitos da liberdade da mulher ainda não não progrediram desde a idade média.

Polêmico, não é?

E você, o que acha?

Fonte: The Guardian

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